
Em meados dos anos noventa voltei à tentativa de desenhar a minha mulher e aqui está. Desta vez não amarrotei o papel de fraca qualidade e decidi guardá-lo com cuidado.

A Nazaré é uma ilha de identidade que enche a alma a todos os poetas e há alguns que ao beberem "água da fontinha" não lhe resistem mais e lá ficam por si sempre enamorados.
Outros partem, mas voltam sempre para carregar baterias, pois o seu encanto permanece
Tentei reproduzir em óleo sobre tela uma nazarena fotografada, com uma nuance de modernismo no penteado.
Não saíu muito bem, mas é a minha nazarena


"peacegalery"